Este foi o resultado divulgado pelo Serviço de Meteorologia sueco (SMHI) ontem, sobre o mês de janeiro de 2010. Pela primeira vez em 180 anos, o termômetro só (apenas, somente!) marcou temperaturas negativas durante todo o mês de janeiro em Estocolmo.
O SMHI considera sensacional o fato de apenas em 1829 ter havido um mês de janeiro com temperaturas abaixo de zero todos os dias do mês em Estocolmo (tendo seu ponto alto dia 29 jan). Foi apenas a partir de 1756 foi que começou a ser feita a medição de temperatura na capital da Escandinávia.
Já a Suécia não havia tido um janeiro tão frio desde 1987. Segundo o divulgado, um anticiclone (responsável por dias bonitos e ensolarados) sobre a Rússia bloqueou a entrada de ar quente vinda do Atlântico durante o mês de janeiro. Isso é válido, principalmente, para o sul da Suécia, onde o mês de janeiro foi o mais frio em 23 anos.
Södertörns Högskola - Área externa da faculdade. A direita vocês podem ver os bancos e as mesas cobertas de neve.
Em contrapartida, o ponto mais ao norte da Suécia teve um janeiro suave, ou seja, com temperaturas amenas e bem mais quente que o normal. De acordo com o SMHI, durante os anos 2000, houveram janeiros mais frios do que o deste ano no norte do país.
E a friaca, que eu particularmente adoro, (vocês ja devem estar cansados de ouvir isso! ) parece que não acabou. Quem espera por dias quentes precisa ter um pouco mais de paciência. Isto porque já foi avisado que o mês de fevereiro (normalmente o mais frio de todo o inverno) veio para bater mais recordes.
Tirei umas fotos do pátio da faculdade ontem a noite. Assim que chegar em casa passo publico aqui.
Uma hora de sono a mais é sempre em vinda. Principalmente quando se sabe que horas são. Entramos no horário de inverno e nos perdemos nos “tic-tacs” digitais…
O clima esta semana foi péssimo, feíssimo e cinza até dizer chega. Quero ver o azul do céu e se der sorte com um pouquinho de sol. Fico feliz. Não vejo a hora da neve chegar.
Post bagunçado, bem despretencioso, mas bom..é outono, a árvore que fica em frente a nossa varanda (foto abaixo) está lindamente amarela e as ruas estão molhadas da chuva. Estou de pijama, acompanhada de uma enxaqueca chata e comemorando a minha aprovação na primeira das quatro partes do curso desse semestre. Saltitante…
Árvore em frente a nossa varanda. Foto tirada 27/10/2009
A palavra em sueco do dia é blad [blód], folha (s)
O Na Terra dos Vikings, então, desenterra a lista e apresenta Maja e Lukas como os nomes mais populares entre os suecos em 2008.
Segundo o site Allt om Barn, o nome Maja sempre esteve entre os preferidos durante os anos 2000, mas nunca conseguiu chegar no topo. Em 2008, 783 pais deram o nome Maja as suas filhas, o que fez com que o nome ficasse com o primeiro lugar dos mais populares naquele ano.
Já na lista masculina, o nome Lukas subiu do quarto lugar em 2007 para o primeiro em 2008. No total, 1001 meninos receberam este nome no ano passado.
O site afirma que poucos são os pais que ativamente escolhem os nomes que se encontram no topo. “É uma grande tendência que os pais prefiram evitar nomes que estão no top-10. Hoje em dia, não queremos ser mais um na multidão”, conta Anders Malmsten, organizador da lista.
As novidades do top-10 2008 ficam por conta dos nomes Elsa, que subiu da décima primeira posição para o quarto lugar, Alexander e Isak, que retornam a lista dos mais populares. Os nomes que desapareceram do top-10 2008 foram Ida e Ebba assim como Emil e Anton.
Ainda de acordo com o Allt om Barn, em 2008 foram utilizados 18 819 diferentes nomes em crianças. “Apenas”, 6337 crianças receberam nomes únicos, ou seja, ninguém além desses mais de seis mil recém nascidos terão homônimos nascidos no mesmo ano.
Topo os nomes em 2008
1. Maja (2) Quantidade: 783 2. Julia (4) Quantidade: 759 3. Emma (5) Quantidade: 753 4. Elsa (12) Quantidade: 727 5. Ella (3) Quantidade: 726 6. Alice (9) Quantidade: 692 7. Linnea (8) Quantidade: 666 8. Alva (10) Quantidade: 656 9. Vilma (1) Quantidade: 635 10. Klara (14) Quantidade: 603
1. Lukas (4) Quantidade: 1001 2. Oskar (3) Quantidade: 972 3. Elias (2) Quantidade: 869 4. William (1) Quantidade: 856 5. Hugo (5) Quantidade: 795 6. Alexander (12) Quantidade: 783 7. Erik (7) Quantidade: 713 8. Filip (8) Quantidade: 709 9. Isak (9) Quantidade: 709 10. Viktor (6) Quantidade: 705
A novidade está em funcionamento desde ontem, 13 de outubro, no aeroporto de Manchester, no Reino Unido. O raio-x corporal mostra o passageiro completamente sem roupa. O argumento é que o controle de segurança torna-se mais eficaz ao deixar de lado a revista nos passageiros.
Na tela, vê-se os contornos nus das pessoas, eventuais objetos metálicos escondidos, aumento de seios assim como a silhueta em preto e branco dos orgãos genitais. A direção do aeroporto afirma que as imagens são analisadas em um local seguro e que não são salvas.
“As imagens em raio-x fazem com que o incomodo de tirar as roupas na hora do controle acabe. Mas as imagens não são nem eróticas nem pornográficas e não serão arquivadas”, explica Sarah Barret, customer manager do aeroporto à BBC.
O aparelho custa aproximadamente 80 mil libras (R$ 221 mil). Segundo a reportagem do Metro, os raios emitidos pelo aparato são completamente inofensivos para quem é fotografado.
A palavra em sueco do dia é naken [nóken], nu, sem roupa
Assim como a princesa coroada Victoria, sua irmã mais nova, Madeleine, resolveu anunciar seu noivado em 2009. Ontem, não se falava em outra coisa na imprensa sueca que do anúncio do noivado da jovem princesa com o jurista Jonas Bergström, cujo relacionamento se alonga por sete anos.
Segundo especialistas da corte, é muito improvável que o casamento de Madeleine ocorra antes do de Victoria. É também improvável que aconteça antes das eleições. Os mesmos especialistas, apesar de dizerem que o anúncio já era esperado, se mostram confusos pelo fato de o noivado ser “extremamente longo”. A previsão é de que os pombinhos mudem de status ou no inverno de 2010 ou mesmo na primavera de 2011 em uma cerimônia bem mais simples do que a da irmã, já que ela não é a sucessora direta do trono sueco.
A princesa Madeleine Thérèse Amelie Josephine, duquesa de Hälsingland e Gästrikland (sim, este é o nome completo da garota), nasceu dia 10 de junho de 1982. Ela é a filha mais nova do rei Carl Gustaf e da rainha Silvia e terceira na sucessão do trono sueco, após a princesa coroada Victoria e do príncipe Carl Philip.
Madeleine estudou ciência da arte, etnologia e história moderna. A princesa é muito popular entre os suecos. Uma pesquisa da SIFO, feita em maio de 2008, mostra que a ela é o membro da família real que os suecos prefeririam ter como vizinho.
Nos últimos anos, Madeleine tem trabalhado arduamente para limpar a imagem de “princesa das festas”, apelido que ganhou quando mais jovem por frequentar assiduamente festas na cidade.
No final de julho deste ano, Madeleine ganhou na justiça 400 mil euros de indenização por artigos na imprensa sensacionalista alemã que afirmava uma possível gravidez e planos para casamento. O valor da indenização será destinado a trabalhos filantrópicos. Segundo o DN, são os alemães e os noruegueses os mais interessados na vida de Madeleine.
O noivo Jonas Bergström, 30, trabalha em um prestigioso escritório de advocacia em Estocolmo. Ele cresceu em Djurholm, região onde moram famílias ricas da capital sueca.
Seu pai, Claes, possui duas empresas de sucesso no ramo da construção. Uma delas comandada por sua mae Elisabeth. A família se completa com os dois irmãos mais velhos de Jonas, Ted e Peder.
O casal se conheceu quando Madeleine estava com 17 anos mas só vieram ficar juntos três anos mais tarde, no outono de 2002, mesmo ano que Victoria e Daniel. O rei e rainha suecos apreciam Jonas Bergström, principalmente o rei, cuja relação com Bergström é bastante íntima.
Eu não gosto de torrar no sol. Não gosto de abafado. E não sou lá fã do verão. O que gosto dessa estação é ter luz suficiente o dia inteiro, céu azul a maior parte do tempo, tomar banho de rio/mar e poder sair de casa “sem várias camadas” (sim, no inverno a dica para não sentir frio é se vestir em camadas, ou seja, segunda pele, camiseta, cardigan e casaco).
Kefalos, Kos (Grécia) Imagem: Stock Xchng
Desde a semana passada, Estocolmo vivencia um verão com temperaturas, digamos, tropicais. A previsão do tempo de ontem informou que estamos com 10º acima do normal para o período. Para vocês terem uma idéia, o jornal metro anunciou que Estocolmo está mais quente que a ilha de Kos, na Grécia, e que Tenerife, na Espanha! Segundo o artigo, os suecos que escolherem trocar Stockis por qualquer outro país (mais quente) neste verão estarão comentendo a maior bobeira.
O curioso é que há duas semanas, estavamos com 10º abaixo da temperatura normal para o início de verão. Vai entender! Outra informação da moça do tempo é que estamos na iminência de noites tropicais. Segundo informado, noites são consideradas tropicais quando por, no mínimo, três noites consecutivas as temperaturas permanecem na faixa dos 20 graus. E eu já sinto isso na pele (ou melhor, na cama!)
Dormir está sendo um martírio. Muito calor. E nem pensem em dizer “abra a janela”! Apesar de já termos passado do solstício de verão, o que nos faz perder minutos de luz diariamente (ontem por exemplo, foram seis minutos – três pela manha e três a noite), ainda temos quase 19 horas de luz por dia, o que faz o sol bater na janela cedíssimo. E eu não abro mão da minha cortina bloqueadora por nada! Ventilador então, nao é opção, pois se durmo com ele, espirrarei eternamente. Meu querido viking também não é muito favorável ao seu uso. Então, no way!
É assim que sinto no nosso apartamento durante o verão (imagem: Stock Xchng)
Além disso, digo, nosso apartamento é poente. O sol começa a chegar na varanda, timidamente, por volta das 13h e só desaparece depois das 22h. Neste meio tempo, nosso apartamento vira um forno em pleno funcionamento e permanece quente durante toda (sim, eu disse T-O-D-A) a noite. É simplesmente insuportável. Passo mal de tanto calor. É aí que o ventilador entra em cena. Sinceramente, foi a melhor compra que fizemos em 2007.
E nem me venham com a conversa de que sou do Recife, que minha terra é quente e bla bla bla. Nunca suportei calor, nem lá nem aqui. Não tolero muito sol e passo realmente muito mal quando tudo é quente demais.
Desculpem o mal humor. O calor também me deixa irritada.
A palavra em sueco do dia é fläkt, [flékt], ventilador, nome tamb+em dado ao ventilador sobre o fogão
Que tal ter todas as músicas do mundo disponíveis ao alcance dos seus dedos? Esta pelo menos é a proposta do Spotify (combinação de spot e identify), um programa de música por streaming*, que começou a ser desenvolvido pelos suecos Daniel Ek e Martin Lorentzon em 2006 e foi lançado ao público em outubro de 2008.
O conceito é simples: disponibilizar um programa onde pessoas podem procurar e ouvir suas músicas favoritas, compilar playlists e compartilhá-las com amigos em forma de URLs (nas quais é possível clicar e ter acesso a sua compilação musical – pode-se dizer que é uma versão moderna das fitas cassetes à laHigh Fidelity).
Daniel Ek e Martin Lorentzon, fundadores do Spotify
Além disso, existe uma rádio onde é possível limitar a década e o estilo. Automaticamente o acervo do Spotify te apresenta várias alternativas musicais do período limitado. Tudo isso legalmente. Melhor impossível.
Questão usabilidade: O programa é bem fácil de manusear. Quase tudo na interface do Spotify é clicável, ou seja, possui links nos quais se encontra informações sobre o artista, música, álbum que você procurou e ainda te dá dicas de artistas semelhantes. O Spotify baseia-se no conceito drag and drop (clicar, arrastar(drag) e soltar (drop)), bastante conhecido de usuários de computadores. É com o drag and drop que o usuário consegue montar suas playlists, gerar uma URL e enviar por email, chats e programas de mensagens instantâneas afim de compartilhá-las. Também é possível montar playlists em conjunto com outros usuários. Conceito de interatividade levado a cabo.
Interface do Spotify (clique na imagem para ampliar)
O Spotify ainda está em versão beta e para utilizá-lo é necessário um convite de alguém que possui uma conta premium. Explico: existem três tipos de contas no Spotify: Free, Day Pass e Premium.
A conta Free é financiada por anúncios. É a versão por onde muitos usuários começam a utilizar o programa. É também a versão que utilizo e confesso que os anúncios que ouço são bem raros. Muitos deles são divulgacão de shows ou propaganda do próprio Spotify anunciando novas ferramentas e novidades. Pelo que andei lendo, gravadoras que disponibilizam seu conteúdo para ser tocado no Spotify andam reclamando que a versão Free não contém anúncios suficientes para que os usuários e sintam incomodados ao ponto de dar um upgrade e passar a pagar pela versão premium!
Já a conta Day Pass, como o nome mesmo diz, é o acesso do Spotify por 24h após pagamento de 9 kr (menos de R$2,50**). Nesta versão, você não ouvirá anúncio algum e nada será debitado mensalmente.
A conta Premium é uma “assinatura” que você paga mensalmente 99 kr (um pouco menos de R$ 25,00**). Segundo o site da companhua a define, é a forma mais “pura” de curtir o Spotify. Na versão premium, os usuários possuem pleno acesso ao acervo do Spotify, não ouvem anúncios, concorrem a bilhetes, têm acesso a pré-releases e ainda podem distribuir convites para amigos e/ou conhecidos. Esta é a unica versão que você não precisa ser convidado. É só pagar e tê-la em mãos.
Segundo entrevista de Daniel Ek a TV do DN (em sueco), o Spotify surgiu como uma ideia de ser um programa 100% financiado por anúncios. Mas foi completamente desacreditado por vários atores do mundo da música. Ao oferecer o programa a parceiros, o Spotify foi ganhando a cara que tem hoje, com versões pagas, tornando-se assim, atrativo para as gravadoras.
Ao que me parece, a versão Free tem um acesso limitado ao acervo disponibilizado pelas majors Universal, EMI, Warner e Sony (entre outras gravadoras com as quais o Spotify possui acordos). Não tenho certeza, já que não encontrei essa informação em nenhuma fonte segura. Também não encontrei informações sobre como o Spotify paga por cada música tocada. Vou continuar pesquisando e atualizo assim que encontrar.
Para os artistas é uma super ferramenta de divulgação. No site do programa (todo em inglês mas com opção para lê-lo em francês), existe um espaço para que artistas e selos possam se inscrever e com isso fazer parte do acervo (O Spotify adiciona centenas de músicas por dia – apenas ontem, 24 de junho, 461 álbuns e singles foram adicionados, perfazendo um total de 6405 faixas). No entanto, existem artistas, como o Metallica, que não acreditam no formato e exigiram que seus acervos não fossem disponibilizados pelo Spotify.
Apesar do acesso restrito, o Spotify está fazendo um sucesso imenso nos países onde o download do programa está disponível: Suécia, Noruega, Finlândia, no Reino Unido, na França e Espanha (eles estudam em breve o aumento da lista de países). O sucesso do Spotify é tão grande – alguns até dizem que pode ser comparado ao surgimento do Napster (o Spotify também está sendo chamado de assassino sueco do iTunes) que mesmo antes da entrada no mercado americano, já começa a incomodar gigantes da tecnologia, como a Apple e seu ipod/iTunes.
Com o avanço da tecnologia em celulares, o desafio do Spotify agora é entrar neste mercado. Alguns especialistas acreditam que ao ser lançado em plataformas móveis (quesito portabilidade) a chance do Spotify em se tornar um grande produto no ramo da música é garantia absoluta. Já existe inclusive uma versão do Spotify para o Google Android (veja entrevista, em ingles, no video abaixo). É esperar para ver o desenrolar dessa história.
Streaming (fluxo de mídia) é uma forma de distribuir informação multimídia em rede. É uma forma de ter acesso a material protegido por direito autoral, uma vez que a música, por exemplo, não é baixada nem armazenada no computador, mas reproduzida online (como rádio e tv).
Não sei o que dizer. Sei sim. Estou bem angustiada com essa história do vôo. No momento em que a TV francesa anunciava a população do país que o vôo da Air France AF 447 tinha desaparecido dos radares, eu estava no site da empresa vendo datas de vôo para que meu irmão venha nos visitar e falando com a mãe dele. Foi ela quem me deu o primeiro alerta.
Segundo ela, as TVs francesas estavam dando plant?es a cada minuto.
Imediatamente fui atrás de informações. Imediatamente me perguntei como uma coisa dessas ainda é possivel (um avião desaparecer e ninguém saber onde está) nos dias atuais.
Somos vigiados o tempo inteiro, dentro e fora do globo. Satélites que conseguem ver (ou quase) tudo o que se passa dentro da minha casa (exageros a parte), que detectam o que pode parecer impossível, não conseguem ver um AVIAO ou seus destroços!! :8 Não entendo mesmo!
Então, para que serve tanta tecnologia se ela não está? disponível quando mais precisamos dela? Para que existe tanto satélite no espaço (e tanto lixo por causa deles) se não podemos utilizar todo o aparato eletronico que possui?
Essas e muitas outras perguntas devem rondar a cabeça de muitos. Infelizmente vamos ter que esperar alguns dias para ver se será possível conseguir explicações de mais essa tragédia. O pior, é que podemos nunca saber, já que a caixa preta se encontra a cinco mil metros de profundidadeprovavelmente se encontra a muitos metros no oceano Atlântico.
No mais, espero n?o ter nenhum amigo na lista, seja de qual nacionalidade for. :s
Tinha pensado em publicar algo sobre meus três anos de Suécia mas neste momento, não tenho ânimo nem espírito nenhum para falar nada sobre isso. Mas aqui fica registrado, de alguma forma.
Fica aqui antecipada minhas condolências às famílias das vítimas.
UPDATE: Segundo o jornal da TV francesa France 2, na exibição das 20h, o governo Frances pediu ajuda aoPentágono para que usem seus satélites com o objetivo de localizar o avião (e/ou seus detroços)